A Viva Cultura!Divulgação e Eventos Culturais de Minas Gerais divulga aos poetas de todo Brasil o resultado do Festival de Poesia de Varginha 3ª Edição que aconteceu com sucesso dia 20 de Junho em Varginha. O resultado está no BlOG da Viva Cultura http://viva.cultura.zip.net As Fotos podem ser vistas no orkut de: Viva Cultura Divulgação e Eventos Culturais de MG Álbum: Festival de Poesia Falada de Varginha 2009 Atenciosamente, Marcos Misael e Lindon Lopes Comissão organizadora (35) 3222-9016 Convido você para dar uma olhadinha nas atualizações no www.revistacigarra.blogspot.com e www.kplus.com.br. Abraços e poesia sempre.Jurema Barreto de Souza
Escrito por alpasxxi às 10h20
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Associação Artística e Literária 'A Palavra do Século XXI' Jornais recebidos para o Acervo do Memorial da Cultura ALPAS XXI Letras Santiaguenses – Santiago – RS – Enviado pelo poeta Antônio Pereira Mello. Igaçaba – Roque Gonzales – RS – Enviado pelo editor e poeta João Gribeler O Garimpo – Salvador – BA – Enviado pelo editor e escritor Cosme Custódio da Silva. Radar – Apucarana – PR. BLOG: Divulgação gratuita de textos literários http://alpasxxi.literatura.zip.net Fotos dos Eventos Literários – ALPAS XXI. http://alpasxxi.nafoto.net
Escrito por alpasxxi às 10h04
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20º. Concurso de Contos Paulo Leminski Realização: Unioeste, Campus de Toledo e Prefeitura Municipal de Toledo Apoio Caixa Econômica Federal Inscrição: de 19 de junho a 30 de setembro de 2009 Premiação: 28 de novembro de 2009. Informações: Unioeste - Campus de Toledo – PR – (45) 3379-7091 Biblioteca Pública Municipal – 045 3252-6225 Correio Eletrônico: biblioteca@toledo.pr.gov.br concursopauloleminski@gmail.com I. DESCRIÇÃO RESUMIDA DO EVENTO: O Concurso de Contos Paulo Leminski, cuja inscrição e participação é gratuita, faz parte do Calendário de Eventos Culturais de Toledo e Unioeste, com repercussão na área cultural e literária da cidade, região e do país. A realização do evento é uma atividade conjunta entre a Unioeste – Campus de Toledo - e Prefeitura Municipal de Toledo (Biblioteca Pública Municipal). Esse evento tem sido realizado anualmente há duas décadas. A partir de 2007 são realizadas Oficinas Literárias, ofertadas a docentes, escritores e público em geral, com o apoio e participação da Associação Amigos da Leitura, vinculada à Biblioteca Pública. Do concurso anualmente participam contistas toledanos e paranaenses; mas, em sua maioria, provêm de quase todos os estados, além de escritores do exterior. Ademais dos três melhores contos, os quais recebem prêmios em dinheiro, não figurando entre esses três, o melhor conto de um contista residente no município recebe o prêmio de Melhor Conto Toledano. A cada ano alguns contos recebem menções honrosas, cujos autores recebem certificados que documentam essa menção. Após a decisão da banca, os contos premiados são divulgados nos Portais da Unioeste e Prefeitura Municipal, na mídia local e mais tarde são reunidos, a cada período de quatro ou cinco anos, numa coletânea. Assim, os escritores de contos premiados, e também aqueles que tenham recebido menção honrosa, têm seus trabalhos publicados num volume. Até o momento foram publicados 3 volumes; e, para o ano de 2009, será editada a 4ª. Coletânea do Concurso de Contos Paulo Leminski. Regulamento do Concurso 1.O Concurso destina-se a todas as pessoas interessadas e cada concorrente poderá participar com apenas um trabalho, que ainda não tenha sido premiado em outro concurso. O tema é livre e a inscrição é gratuita. 2.Consideram-se inscritas as obras entregues sob protocolo ou enviadas pelos correios (com registro A.R.), endereçadas à Unioeste/Campus de Toledo ou à Biblioteca Pública Municipal de Toledo, Paraná. 2.1- Unioeste - C ampus de Toledo - Fone: (045) 3379-7000; r. 3379-7091 Rua da Faculdade, 645 CEP: 85903-000 Caixa Postal 320 - Toledo - PR 2.2- Biblioteca Pública Municipal de Toledo Av. Tiradentes, 1165 n CEP: 85900-230 - Toledo - PR 3.O conto deverá ser apresentado em 02 (duas) vias, escrito em língua portuguesa ou espanhola, digitado em espaço 1,5 (um e meio), com fonte Arial, tamanho 12 (doze), de um só lado do papel, e obedecer um limite máximo de 20 (vinte) páginas. 4.Deverá constar, no interior do envelope que contém o trabalho, um outro envelope menor, contendo em seu interior uma folha na qual constem o título do conto, pseudônimo, nome completo do autor, seu endereço, telefone, R.G., e-mail e grau de instrução. E, na parte externa desse pequeno envelope, deverão constar apenas o pseudônimo do autor e o título do conto. 5.A comissão julgadora será composta de sete membros de reconhecido nível intelectual, sendo sua decisão soberana e irrecorrível. 6. Premiação: Primeiro prêmio: R$ 1.500,00 - (Hum mil e quinhentos reais); Segundo prêmio: R$ 1.100,00 - (Hum mil e cem reais) Terceiro prêmio: R$ 850,00 - (Oitocentos e cinqüenta reais) Quarto prêmio: (Melhor Conto Toledano): R$ 700,00 - (Setecentos Reais) NOTA: A eventual premiação de trabalho que já tenha sido premiado em outro concurso implicará na obrigatoriedade de devolução do prêmio pelo respectivo candidato. 7. A relação dos contos classificados será publicada nos órgãos de imprensa da região. Posteriormente, os contos serão publicados sob forma de coletânea, reunindo os contos premiados e os que tenham recebido menção honrosa. Por ocasião de seu lançamento, os respectivos autores receberão um determinado número de volumes em seu domicílio, no endereço por eles fornecido. 7.1 Os contos premiados consideram-se propriedade da Unioeste e Prefeitura Municipal de Toledo - Biblioteca Pública Municipal, entidades realizadoras do Concurso de Contos Paulo Leminski, para finalidade de publicação da Coletânea de Contos; e aqueles que tenham recebido menções honrosas serão incluídos nessa coletânea mediante cessão de direitos por seus respectivos autores, por meio de documento legal, no caso de que se viabilize uma edição com finalidade de venda para subsídio e auto-sustentação do próprio concurso. 7.2 O produto da potencial venda das coletâneas será depositado na conta da Fundação Universitária - Unioeste ou da conta da Associação dos Amigos da Biblioteca Pública Municipal de Toledo e participará integralmente no orça-mento dos custos de divulgação e premiação das subseqüentes edições deste mesmo concurso. 8.O resultado será divulgado na imprensa e na Internet, nos seguintes endereços: http://www.unioeste.br/leminski e http://www.toledo.pr.gov.br 9. O encaminhamento dos trabalhos na forma prevista neste regulamento implica na concordância com as disposições nele consignadas. 10. Para a devolução dos contos, as despesas de postagem serão de responsabilidade do solicitante, devendo para tanto enviar envelope já selado, constando nele os dados do destinatário. O conto estará à disposição de seu autor após a divulgação do resultado do concurso por um período de 30 (trinta) dias. Após este prazo, serão incinerados.
Escrito por alpasxxi às 10h03
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A QUIETUDE TUDO SANA
A quietude tudo sana nem que movimento seja a vida que a gente veja, a visão que nos engana.
Entre a ilusão e o real, instituem-se conceitos, alguns, na razão perfeitos, outros, mentira ideal.
No entanto, prossegue a vida por ambos abastecida, indiferente e fatal,
pois dentro do movimento que seduz ao pensamento viaja a morte, afinal.
Clóvis Campêlo - cloviscampelo@yahoo.com.br Recife, 1992
Escrito por alpasxxi às 10h19
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Te Amo...
Daciur Amaro dos Reis - Porto Alegre
De uma maneira inexplicável! De uma forma inconfessável! Com um mundo que não entendo; com a incoerência dos meus atos;
com a conspiração do desejo...
Para amar-te melhor, sem refletir; inconscientemente...Involuntariamente... Por impulso!
Sem argumentos lógicos,sem fundamentos, este amor que sinto por ti, que surgiu do infinito... Tem melhorado o pior de mim!
Teu Olhar
Daciur Amaro dos Reis – Porto Alegre - RS
Teu olhar que me inspira esse amor e me faz seguir te amando,como a brisa que segue seu destino de eternidade...
Teu olhar, que invade minha alma e me faz suplicar, um beijo teu recordando tua boca entreaberta, exalando teu hálito primaveril...
Teu olhar que me liberta da realidade e me faz sonhar, em profanar teu ventre com a suavidade, de quem acaricia a relva macia...
Teu olhar, aurora, que me desperta do sono tácito da solidão e me faz voar no horizonte do teu corpo, onde me abrigas em teu peito, e minha boca repousa nos teus seios como orvalho que inunda o amanhecer
Teu olhar, que em mim, permanece como a luz suave do outono e me faz sentir o sublime desejo de possuir-te, infinitamente,ouvindo a canção divina do nosso amor.
Escrito por alpasxxi às 10h18
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CHASQUE DA CULTURA Cláudio Pinto de Sá D E U S E D I A B O À Manuel Maria Barbosa du Bocage, ou simplesmente Bocage, poeta portugues do século XVIII, conhecido por suas sátiras, poemas libertinos e versos pornográficos, fato que o levou a internação, pela Inquisição, são atribuídas várias citações, umas reais, outras fictícias. No campo do irreal, ou do imaginário, se encontra um abrigo para conferir autoria de anedotas, piadas ou cenas engraçadas. Uma vez o Bocage... E mais uma situação é apresentada, sem que o famoso poeta jamais tenha sequer pensado em tal fato. Assim, o autor da vez se exime de qualquer culpa, independente de ser ou não ser real ou engraçado o fato. Pois, não é outro o recurso que utilizo no presente texto, para narrar que... Uma vez o Bocage precisava atravessar uma ponte pensil, construída sobre um precipício. Não uma ponte ao estilo Gonden Gate, em São Francisco, Estados Unidos, senão uma pinguela melhorada, dessas atadas por cordas grossas nas extremidades. Era uma provação ou castigo a que foi submetido. De um lado da ponte, estava Deus, com um facão bem afiado; do outro lado, estava o Diabo, com um facão mais afiado ainda. A cada passo dado, deveria Bocage exaltar um dos dois, caso contrário o outro romperia a corda, o que lhe seria fatal. Pensou um pouco e começou a sua caminhada. Ao primeiro passo disse: Deus é bom. Quando o Diabo se preparava para cortar a corda, disse Bocage: mas o Diabo não é ruim. Foi a vez de Deus levantar o facão, ao que Bocage repetiu: Deus é bom, mas o Diabo não é ruim. Deus é bom, mas o Diabo não é ruim. Dessa forma, conseguiu atravessar a ponte e se salvar. Brasil, meu Brasil brasileiro. Aqui nasci e aqui vivo, na companhia de outros cento e oitenta milhões de crédulos e incrédulos, relativo ao regime da vez, aplicado pelos governantes ocasionais. Finda a monarquia, foi adotado o presidencialismo; tivemos a ditadura e a democracia. É lugar comum se dizer que a pior democracia é bem melhor do que uma ditadura. Certamente é verdade. No entanto, vivemos neste início de terceiro milênio como Bocage na ponte pênsil. A democracia é boa, porque até este artigo eu posso publicar. Na ditadura, em grande parte, só os mandatários e revoltosos praticavam a mútua violência. De certa forma, não víamos e sentíamos a violência urbana que ora grassa. Quantos aspones havia nos anos de chumbo? Quantos existem hoje? Interessante é que nunca antes nesse país houve tanto chumbo solto. E o roubo ao erário, era abafado ou segue o mesmo, apenas, agora, visível? Pois, é! Viva a liberdade! Viva a Democracia! E viva o Bocage! E sigamos na senda: Deus é bom, mas o Diabo não é ruim. E que ninguém se arvore em divinizar ou bestializar um ou outro regime: olha o facão, ou a internação! claudio@aymore1952.com.br
Escrito por alpasxxi às 10h17
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