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Blog de alpasxxi
 


 

Palavras... ( Poetrix 3 )

Delasnieve Daspet

 

I             

Eis-me, de novo,

Tateando, às cegas,

Esta forma de poetar...

II

Quero porque quero

Poetrix aprender,

Nem me abalo se não der.

III

Falsifico as letras,

Vala comum

De sonhos não realizados...

IV

Se não forem o que penso

estes versos  que faço

São tercetos com certeza ...

V

Escolhi como tema,

- a fria morte -

Nuances do adeus.

VI

Não... não  digo adeus...

meu pensamento, minh´alma inteira,

te seguirão na aternidade!

VII

A esperança, aurora suave,

páira na atmosfera,

Flutua nas ondas do éter...

VIII

Tenho de ir, a vida segue...

Mas é  nos teus olhos

Que eu gostaria de ficar.

IX

Negra noite... a escuridão rasgada pela

rápida claridade dos relampagos,

Que como ogivas caíam dos céus...

X

Sinistramente as árvores

gemiam...

Almas em penitência.

XI

Toda minh´alma estremece

Ansiosa para abandonar este corpo

E projetar-se no espaço.

XII

Que a luz se acenda

E me permita acompanhar

Almas amigas de minha evolução...

XIII

Gélica mão,

Profunda saudade,

O silêncio  toma conta.

XIX

Já não me verás...

Teus sorrisos, teus beijos,

Outra gozará...

XX

Triste que sou,

Nem me percebes roubar de teus lábio

O nectar suave do amor.

XXI

Entre juncos corre sereno,

Nas águas prateadas,

Cintilou o dourado raio de sol.

XXII

E no olhar seco como deserto,

Mentira é o  que 

Pairava no teu sorriso.

DD_20/12/09 - Campo Grande-MS

Visite Delasnieve Daspet - Amigos e Poesia em: http://delasnievedaspet.ning.com/?xg_source=msg_mes_network



Escrito por alpasxxi às 17h52
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“Sonhos são sementes colocadas em nosso coração".

 

Com essa frase de minha autoria, quero agradecer, publicamente, ao Tarcísio Casanova Selbach, um SONHADOR que colocou uma semente em seu próprio coração.

Ele teve o maior cuidado com a semente, regou-a com seu carinho e ela germinou.

Para alegria de nosso município, brotou ESTAÇÃO CULTURA, Café com Letra e Música.

A planta cresceu e tornou-se uma árvore frondosa, mas em época de tsunamis e tantas catástrofes, não resistiu ao mau tempo.

Para tristeza da Cultura de Canoas, a planta feneceu e o que era um lindo sonho dissipou-se em meio ao caos urbano.

Esta semana, Tarcísio, com a voz embargada procurou-me oferecendo como doação os móveis, instalações de sua antiga Livraria.

Com sentimentos duais, misto de tristeza e alegria, sugeri o nome de grupos literários e dos batalhadores pela cultura em Canoas/RS.

Tristeza por saber o que representava, para o Quixote Contemporâneo, encerrar as atividades do espaço criado com tanto carinho e ver um sonho transformar-se em alguns armários de pouco valor comercial.

No oásis canoense, ele desnudava-se da severidade da função de Advogado e permitia-se expressar, através da música, sua emoção que encantava aos seus mais do que clientes, seus AMIGOS.

Alegria por saber que alguns idealistas foram contemplados, via iniciativa privada, para que continuem com seus Projetos e com a preocupação em deixar um mundo melhor para a Humanidade.

Agradeci a lembrança para ser a porta-voz na escolha das entidades agraciadas com os móveis.

Sabemos que os ciclos acabam e AS COISAS NÃO DÃO ERRADAS, APENAS APRESENTAM RESULTADOS DIFERENTES DO QUE PLANEJAMOS.

A vida segue e, com certeza, outros ciclos se iniciarão.

Em agradecimento pelo que fez pela Literatura e pela Cultura em geral, a Associação Canoense de Escritores conferirá a Tarcisio o título de Sócio Honorário da ACE.

Sobre as doações, entrei em contato com as pessoas, representantes dos grupos capacitados para a doação e esses aceitaram a generosidade do empresário.

Segue abaixo a relação das entidades que receberam as doações.

    * Biblioteca Comunitária Simões Lopes Neto do Espaço Cultural ACE-Caldre Fião (Bairro Harmonia);

    * Casa do Poeta de Canoas;

    * Biblioteca Comunitária Cecília Meireles (Amorji);

    * Centro de Artes Guajuviras

Com muito carinho agradecemos pela generosa doação.

Os móveis foram entregues sábado (6/2/2010) na extinta Livraria Estação Cultura, Rua Gonçalves Dias, 88 loja 4.

Tarcísio, mais uma vez, em nome dos Escritores Canoenses,

MUITO OBRIGADA.

 

Neida Rocha – Canoas - RS



Escrito por alpasxxi às 17h51
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AUTOBIOGRAFIA*

 

Neida Rocha

 

Ao despertar para a vida,

olhei ao meu redor

e percebi vultos.

Sentia-me uma mariposa

em busca da luz.

Voei alto

e a luz queimou minhas asas.

Renasci.

Busquei a lua

e do alto percebi mais vultos.

Eram sapos acomodados.

Busquei novos mundos.

Qual lagarta inquieta,

segui meu caminho.

Os sapos cresceram.

Saí do casulo,

busquei o espaço

e a metamorfose foi inevitável.

Surgiu a borboleta

de alma inquieta.

Hoje vôo alto.

Os sapos acomodados

não conseguem acompanhar meu vôo.

 

Publicado em Casa do Poeta Riograndense 45 Anos



Escrito por alpasxxi às 17h50
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O Viajante

que veio de longe

 

Roberto Romanelli Maia

 

Escritor, Jornalista e Poeta

 

Os olhos do ser que chegou 

extasiaram-se ao contemplar a Terra.

Vazia.

 Sem nada sobre ela.

E embora vindo de um outro mundo,

por ter alma de poeta, 

olhos de artista e o bom gosto 

de um ser universal 

soube ver, num mundo, distante do seu, 

um sonho que se definiu

tomou forma e cresceu.

E que ele soube realizar.

Assim, cheio de esperança

ele tirou do seu alforje

de viajante do tempo

todos os seus sonhos e as suas ilusões.

 E na Terra lançou um punhado

 de sementes, pondo-se a esperar

 que elas dessem bons frutos. 

Acompanhando através do prisma 

de seu poder e de sua fé, as sementes

germinarem para em explosões

de cores florirem. 

Darem flores, frutos, animais e homens.

 Primeiro surgiram as rosas brancas

da amizade.

Depois o amarelo do jasmim

 da dedicação.

Mais adiante o azul das glicínias

da doçura e da ternura.

E, ainda mais além, a mancha rubra,

 dos cravos com o significado

emblemático do Amor.

Assim ele pôde realizar na Terra

 a sua missão e os seus desejos.

Perceber as miríades de borboletas

voando na sua graça alada.

 Sentir, no início, o seu corpo

transfigurado pelo excesso de oxigênio.

Poder sentir a sua tez doirada pelo sol.

Tocar, suave e levemente, nas flores.

Sentindo que de corola em corola, 

passava o pólen da fecundação.

E em todo este êxtase esqueceu

 o seu próprio mundo,

lá no final do universo.

Para se perder na amorosa

contemplação da beleza que o cercava.

Hoje, quase destruída por seres insanos.

Incapazes de perceber as maravilhas

 de sua própria Terra.

E ele, visitante, foi súbita e cruamente,

acordado pela razão alienígena.



Escrito por alpasxxi às 17h50
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O Viajante

que veio de longe

 

Roberto Romanelli Maia

 

Escritor, Jornalista e Poeta

 

 

Continuação

 

Sentindo na aridez ressequida,

 uma realidade percebida:

que a Terra fecunda,

em que lançara sementes tão únicas, 

e onde depositara, as suas esperanças,

cheio de ilusão,

se esvaia em sangue lentamente.

Que a Terra promissora que ele tratara

com a ternura do seu bem querer,

que sulcara com o arado dos seus

 desejos, que fertilizara com o húmus

do seu amor, essa Terra, onde enraizara

 as suas esperanças,

 estava morrendo e se consumindo

em si mesma.

E que o HOMEM, gerado por ele,

 a sua imagem e perfeição,

 reduzido a mera condição

 de homem animal,

o forçava a partir,  cabisbaixo e triste,

 levando no seu alforje esburacado 

o vazio do seu desalento.

E ele partiu.

 Certo que, nesse mundo, 

agora dele já distante,

a espécie dominante estava condenada

 a não mais existir.



Escrito por alpasxxi às 17h48
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Sermão do Bom Ladrão

 

Tânia Tonelli

 

            O Sermão do Bom Ladrão foi escrito pelo Padre Antônio Viera em 1655.

Este texto diz que foram sentenciados em Jerusalém dois ladrões, ambos foram crucificados e mortos juntos com o Nosso Senhor Jesus Cristo. Todos devem imitar o Rei dos reis, pois temos muito a aprender na última ação de sua vida. Pediu o Bom Ladrão a Cristo que se lembrasse dele no seu reino. E a lembrança que o Senhor teve dele foi que ambos se vissem “juntos” no Paraíso. Esta lembrança deve ter todos os reis, o padre Viera deseja persuadi-los para fazerem esta boa ação. Nem os reis podem ir ao paraíso sem levar consigo os ladrões, nem os ladrões podem ir ao inferno sem levar consigo os reis.

            Mas o que é praticado em todos os reinos do mundo é o contrário, em vez dos reis levarem consigo os ladrões ao Paraíso, os ladrões são os que levam consigo os reis ao inferno.

            Santo Agostino dizia que para obter o perdão do pecado deve-se restituir o roubado, quando quem o roubou tem possibilidade de restituí-lo. Nos seus ensinamentos o Nosso Senhor Jesus Cristo converteu dois ladrões: Dimas e Zaqueu. Dimas era ladrão pobre, e não tinha com que restituir o que roubara. Zaqueu era ladrão rico, e tinha muito com que restituir. A salvação não pode entrar sem se perdoar o pecado, e o pecado não se pode perdoar sem se restituir o roubado.

            Santo Tomás comentava que os príncipes tiram dos súditos os que segundo a justiça lhes é devido para a conservação do bem comum. Porém, se os príncipes tomarem por violência o que não lhes deve, é roubo e latrocínio. Estes estão obrigados à restituição como os ladrões, pois pecaram mais gravemente que os mesmos ladrões. O profeta Ezequiel dizia que Deus castigou severamente os dois reinos de Israel e Judá, um com o cativeiro dos assírios, e outro com os babilônios. Porque os seus príncipes em vez de guardarem os povos como pastores, os roubavam como lobos.

            Este padre afirma que os ladrões que vivem na miséria, furtam para comer, não vão, nem levam ao inferno. Muitas vezes os ladrões grandes enforcam os pequenos. Em Roma enforcaram um ladrão por ter furtado um carneiro, e no mesmo dia triunfava um cônsul, ou ditador por ter roubado uma província.

            Santo Tomás dizia: Aquele que tem obrigação de impedir que não se furte se não impedir fica obrigado a restituir o que se furtou. Várias vezes colocamos o exemplo da culpa, onde não pode haver. No Paraíso Adão e sua mulher roubaram o fruto da árvore proibida, por isto todos os seres humanos tornaram-se mortais. Deus sucedeu mal com Adão, conhecendo muito bem Deus o que ele havia de ser, que muito é que sucede aos reis, com os homens que elegem para os ofícios.

            Jesus Cristo sabia que Judas havia de ser ladrão, mas quando o elegeu para o ofício em que foi, não só era ladrão, mas muito digno de fazer o cuidado de guardar e distribuir as esmolas dos pobres. Dalila cortou os cabelos de Sansão para acabar com as suas forças, Jacó enganou o seu pai e levou a benção de Esaú.

            São Francisco Xavier conjugava o verbo roubar por todos os modos, este autor admite por experiência própria que todos os lugares se usam igualmente a mesma conjugação. Furtam pelo conjuntivo, porque ajuntam o seu pouco com o daqueles que manejam muito, para serem os meeiros na ganância. Furtam pelo modo potencial, porque, sem pretexto nem cerimônia, usam de potência. Furtam pelo modo permissivo, porque permitem que os outros furtem, e estes compram as permissões...

            Há os que furtam com os ofícios, e os consentem e conservam-se nos mesmos ofícios. O próprio Jesus Cristo nos ensinou que o ladrão que furta com o oficio, nem um momento se há de consentir ou conservar nele.

            O inferno está cheio dos que por adularem os grandes e os supremos, não reparam em condená-los. Quanto à dissimulação que devem ter os reis com pessoas de grandes suposições de quem talvez dependa a conservação do bem publico. Quando o caso é de furto, devem ser privadas do posto. Porque Deus proibiu Adão de comer o fruto da árvore proibida, senão morreria no mesmo dia. Depois que ele roubou o fruto ficou sujeito à pena de morte. Mas Deus o expulsou do Paraíso porque da vida de Adão dependia a conservação e propagação do mundo.

            Nas sagradas escrituras Isaías chama a atenção dos príncipes de Jerusalém. Os teus príncipes são companheiros dos ladrões, porque os dissimulam, os consentem, lhes dão postos, os poderes e os defendem.

            Mas os mesmos reis, se quiserem, podem levar consigo os ladrões ao Paraíso. Os ladrões salvar-se-ão, porque restituirão o que têm roubado, e os reis salvar-se-ão também, porque restituindo os ladrões, não terão obrigação de restituir. Quem tomou o alheio fica sujeito a duas satisfações: à pena da lei e à restituição do que tomou. Porque a restituição é ato de justiça, e a justiça consiste em igualdade. Argumenta contra a mesma resolução, com a lei do capitulo vinte e dois do Êxodo, em que Deus mandava que quem furtasse um boi restitui-se cinco. A lei positiva, para castigar o crime do furto, acrescentou em pena mais quatro anos, e por isso manda pagar cinco por um.

            Para finalizar nem os reis, nem os ladrões, nem os roubados podem se molestar da doutrina pregada pelo padre Antônio Vieira. Os ladrões, que parecem os mais prejudicados porque roubaram com intenção de restituir, ou não. Jesus Cristo comentou que se as  vossas mãos e os vossos pés são a acusa da vossa condenação, cortai-os, e se os vossos olhos, arrancai-os, porque é melhor ir ao Paraíso manco, aleijado e cego, do que com todos os membros inteiros ao inferno.

            Rei dos reis e Senhor dos senhores, que morreu entre ladrões para pagar o furto do primeiro ladrão, e o primeiro a quem prometeu o Paraíso foi outro ladrão. Para que os ladrões e os reis se salvem inspirai com vossa graça a todos os reis a seguirem os  vossos ensinamentos.



Escrito por alpasxxi às 17h45
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Seja sócio da ALPAS 21

A ASSOCIAÇÃO ARTÍSTICA, LITERÁRIA,

CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA ‘A Palavra do Século 21

 

ALPAS 21 conta com 11 anos de existência dedicada à literatura e às artes; agora abrimos espaços para que outros profissionais possam divulgar seus currículos, teses, pesquisas, serviços, palestras, enfim.  

 

 

 

Ficha para Sócio da ALPAS – 2010

A ASSOCIAÇÃO ARTÍSTICA, LITERÁRIA,

CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA ‘A Palavra do Século 21

 

Nome: _______________________________________________________

Nacionalidade _________________  Nascimento: ___________________

Profissão: ___________________________________________________

Endereço __________________________________ Fone _____________

Cidade ____________________________E-mail: ___________________

 

(   ) R$ 15,00 mensalidade   (   ) R$ 80,00 – semestralidade (   ) R$ 150,00 anuidade

 

Desejo integrar-me:

(  ) Banco de intelectualidade – professores, palestrantes e demais profissionais

(  ) Núcleo Lítero-cultural – poeta, escritor, atores e artistas plásticos

 

Pagamento: Cheque nominal para Rozelia Scheifler Rasia,  ou depósito na Cc 35 0242960-0 Ag. 0190 –Banrisul, ou Banco Itaú - Ag 0335 - Cc 30022- 4

 

Se estás enviando material para divulgação, marque-o:

(  ) Fotografia e currículo                (  ) Livros   (  ) Fotografia de obras de arte

(  ) CD, DVD ou slide de palestra   (  ) outros: ____________________________

(  ) síntese ou fragmentos do curso ou a palestra que deseja divulgar.

 

 

 

 

Gaya.rasia@hotmail.com

bandi-m@hotmail.com

Spike: gaya.rasia

 



Escrito por alpasxxi às 22h27
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Sócios   ALPAS 21

 

A ASSOCIAÇÃO ARTÍSTICA, LITERÁRIA,

CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA ‘A Palavra do Século 21

 

 

Rita Bernadete Sampaio Velosa – Américo Brasiliense – SP – 2009 - 2010

Darcy Pinheiro da Silva – Cruz Alta – RS - 2009 – 2010

Renato Toledo de Campos  – RJ – 2008 – 2009 - 2010

Alba Pires Ferreira – Porto Alegre – RS – 2009 - 2010

 

Antônio José Giacomazzi - Canoas – RS – 2009

José Francisco da Silva Concesso - 2009

Vencedor de concursos ALPAS 21

Beatriz Dutra – Rio de Janeiro – RJ - 2009

Maria Beatriz Costa Mecking – 2009

João Justiniano – BA - 2009

Lêda Nova – Vitória da Conquista – BA - 2009

Lenir Moura – SP - 2008

 

Sócios Beneméritos

 

Esther Fujisawa – RS - 2009 - Delegada ALPAS 21 – Autora homenageada na coletânea Refúgio das ventanias

Condorcet Aranha – SC - 2009 - Autor vencedor de inúmeros concursos ALPAS 21

Júlio Pepe Barradas – DF - 2009 - Autor vencedor de inúmeros concursos ALPAS 21

Nélson Fachineli – 2000 – 2005 – (Em Memória)

 

 

Sócios Fundadores

 

Rozelia Scheifler Rasia – idealizadora e fundadora da ALPAS 21

Alba Pires Ferreira – 1998 a 2010 - Autora homenageada na Coletânea ‘Entrelinhas’

Dalvina Ebling - RS - Secretária ALPAS 21 - Autora homenageada na Coletânea Vitórias – 1998 a 2010

Eunice Menegassi – RS – (Em Memória) 2000 

Ormuz Jardim dos Santos - RS (Em Memória) - 1999

 

Obrigada, pela confiança e amizade!

 

Rozelia Scheifler Rasia -  Presidente ALPAS 21

Alba Pires Ferreira -   Vice-Presidente nacional

Ilda Maria Costa Brasil – Vice-Presidente – Região sul - Brasil

 

 

Divulgação gratuita de textos Literários http://alpasxxi.literatura.zip.net

 

Fotos dos Eventos Literários – ALPAS XXI http://alpasxxi.nafoto.net

 

 

 

 



Escrito por alpasxxi às 22h27
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TEMPO DE VIVER, DE SER, DE SENTIR E DE AMAR

 

ROBERTO ROMANELLI MAIA

ESCRITOR, JORNALISTA E POETA



Ah!...TEMPO QUE PASSA E QUE NOS ALERTA

PARA NÃO O PERDEMOS NEM O JOGARMOS FORA.

TEMPO QUE NOS AVISA DO QUANTO COMPLICAMOS

O NOSSO VIVER, SER, SENTIR E AMAR,

O QUANTO DEIXAMOS DE LADO OS SENTIMENTOS MAIS NOBRES

E A PAIXÃO E O AMOR EM NOSSAS VIDAS.

PARA NOS ENVOLVERMOS COM TUDO AQUILO

QUE NÃO NOS FAZ VIVO, ALEGRE, REALIZADO E NEM FELIZ,

AH, TEMPO QUE NÃO VOLTA NEM PARA.

MESMO QUANDO O QUEREMOS PARAR.

QUE VAI EM FRENTE EM BUSCA NÃO SABEMOS NEM DE QUE.

QUE NOS SUFOCA POR VER QUE POR ELE PASSAMOS

 SEM ALCANÇARMOS O QUE BUSCAMOS.

E O QUE DE FATO ALMEJAMOS.

SIM, TEMPO ONDE OS MOMENTOS DE ENCONTRO

E NÃO DE DESENCONTRO SÃO CADA VEZ MENORES.

NUM MUNDO ONDE A DESCOBERTA DO VERDADEIRO AMOR

SE TORNA CADA VEZ MAIS RARA E DIFÍCIL.

SIM, TEMPO QUE NÃO PEDE LICENÇA

E QUE CAMINHA A NOSSA FRENTE

SEM QUE POSSAMOS POR ELE PASSAR.

TEMPO DE OLHAR PARA FRENTE SEM OLHAR PARA TRÁS.

DE ENTENDER QUE A VIDA ESTÁ EM CADA ESQUINA

PARA SER DESCOBERTA, VIVIDA E SENTIDA SEM TANTOS PORQUÊS.

SEM DELONGAS E SEM DESCULPAS.

AH, TEMPO QUE SABE QUE A VIDA É NOSSA

MAS QUE ELE É O NOSSO MOMENTO DE EXISTIR.

HOJE, AGORA E JÁ.



Escrito por alpasxxi às 22h26
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CONVITES

 

Enviado por Beatriz Dutra (beatrizrdutra@globo.com)


Caros Artistas, Amigos, Colegas

Caros Acadêmicos, tenho a  grande alegria em convidá-los para o lançamento do meu livro:

RIO CARNAVAL SOCIAL CLUBS

Na Arlequim, Praça XV de Novembro , 48 loja 1  Paço Imperial, centro

dia 19 de Fevereiro às 16 horas

 

Ficarei imensamente feliz em revê-los.

Para os amigos que desejam assistir ao desfile das campeãs no sábado dia 20 de Fevereiro, poderão contatar a minha assessora de imprensa Teresa Linhares que terá o maior prazer em enviar as tarifas que estão imbatíveis.

 

Lançamento em São Paulo

 

Também informo que estarei em São Paulo , lançando o meu livro no dia 10 de Fevereiro no TRYP HOTEL e na Livraria Cultura dia 11 de Fevereiro.

Podem contatar a nossa Diretora de Comunicação:

Baby Garroux:  babygarroux@uol.com.br,

Abraços

 

Diva Pavesi

 

Olá amigos

 

RECADO - é o poema em jeito de fado a que 3 jovens da Suécia
emprestam a sua voz com o qual pretendo expressar uma mensagem
de alerta para um sério problema que atormenta a humanidade.
Ouça-o em poema da semana ou aqui neste link:

 

http://www.euclidescavaco.com/Fados_E_Musicas/Recado/index.htm

 

Calorosas saudações
Euclides Cavaco
cavaco@sympatico.ca

 

 

 



Escrito por alpasxxi às 22h25
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Notícia

Amigos/as queridos/as

 

Há uns 2 meses escrevi para vocês sobre o Concurso da Editora Via Literária (Porto Seguro, Bahia) em que tive selecionados trabalhos meus tanto nas crônicas (1519 participantes) como nos contos curtos (3517). Nas crônicas fiquei entre os 100 escolhidos para a coletânea. Nos contos curtos, também fiquei entre os 100  - e na finalíssima deste, obtive o 3º lugar.

 

ESTOU SUPER-FELIZ!!!!  VIVA A LITERATURA !

 

Reparto com vocês essa alegria!  ... e  mais... AGRADEÇO a cada um em especial... sem vocês, que leem minhas 'gatafunhagens', onde acharia o estímulo para seguir mexendo com as letras????

 

Beijos gratos,

 

Lígia Leivas

 



Escrito por alpasxxi às 22h24
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A RAAD MUTACHER*, POETA DEL MUNDO.

                   IN MEMORIAN

 

Sobre el suelo cayeron tres hombres inocentes.

Fueron asesinados a traición

por un grupo de bestias sanguinarias.

De pronto tres ardientes corazones

detuvieron sus voces para siempre.

Hasta la luz se transformó en tinieblas,

y el desierto cercano, en impotencia y lágrimas,

y el alma de la luna, en mares agitados…

En avalanchas llegaron verdugos

con odio en sus miradas borreguiles,

con rencor en su sangre ávida de maldades…

Ante tal salvajada de siervos terroristas,

lloró la superficie dorada de la tierra.

Mutacher…, ¿dónde está tu dignidad?

¿Y tu risa? ¿Y tus sueños? ¿Y la luz de tus soles?

¿Qué fieras insaciables, bravuconas,

tras destrozarte a tiros, te arrojaron

a los abismos llenos de putrefactos cálices,

donde las aves carroñeras bajan

para gozar con sus festines cárnicos?

¿Por qué el mundo del oro silenció

a los pueblos el crimen de este egregio poeta?

Tus versos, buen amigo, desde tu asesinato,

palpitan en el orbe con poderío cósmico.

Derrotaremos a los dioses duros

de corazón, imperialistas ávidos

de poder y de oro, sólo con la palabra.

Por encima del sol, del universo…,

se encuentra esa palabra que posee

el don de convertirse en razones activas,

tan contundentes como irrefutables,

o en saetas de ideas que buscan el cerebro

de las estupideces que avanzan por el orbe.

Sí, la palabra blanca. Sí, la palabra negra…

Cualquier palabra fértil de un gran poeta vale

para lograr que reinen el amor y la paz

en el alma del hombre y en la de cada pueblo.

 

*Poeta iraquí (1963-2007), asesinado por terroristas desconocidos el 9 mayo 2007.

           

Carlos Benítez Villodres - Málaga (España)



Escrito por alpasxxi às 17h47
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UN ÁNGEL EN MI OTOÑO

 

                                    

                                   ¿Adónde fue la luz que nutrió mi inocencia?

                                   ¿Por qué me abandonó la alegría de niño,

                                   durante aquella época de inmaculados sueños,

                                   sin decir ni siquiera adiós a mis praderas

y a mis huertos feraces y a mis ríos de soles?

                                   Tras su ida sigilosa, quizá a ninguna parte,

me introduje en la selva que cubre por completo

este astro cultivado por la mente de olas

fecundas, bondadosas, mas también destrozado

por ideas malvadas de olas de otros linajes.

Aunque no sea otoño tedioso y con verdines,

me nacen los deseos, sin trinos ni esplendores,

en las simas profundas de un eco encanecido.

                                   A pesar de los trenes que a mi vida llegaron

y de ella se marcharon con gran celeridad,

dejando en los hondones de mi esencia volcánica

el sabor agridulce de una vida guerrera

inmersa en las tareas en pro de los violines

que aman la paz sin precio y las perfectamente

unidas libertades fraternas, generosas…,

siento hoy cómo se abre, con un blancor divino,

                                   aquella aurora humana en mi mundo insondable.

Ello es gracias al niño, misterio primitivo,

que perdí en mi galope duro por las montañas

selváticas del orbe, mientras iba al encuentro

del corazón del hombre turbado por su vida.

Ese niño hoy convive, en medio de mi sangre,

con la alegría blanca que en mí ha resucitado,

y con aquellos viejos recuerdos que aún palpitan,

porque mi amor los riega, los cultiva, los mima.

 

                   

                                                       CARLOS BENÍTEZ VILLODRES

                                                                   MÁLAGA (ESPAÑA)



Escrito por alpasxxi às 17h46
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ANDALUCÍA, REPIQUE DE PRIMAVERAS

 

Andalucía, edén de mis mayores,

corazón mío, canto de poetas con sangre

de azahares y olas.

Eres emperatriz de la belleza

que fecundas los pasos del viajero

perpetuamente libres

con el duende impoluto de tus hijos,

con versos de tus mares de caricias y uvas,

con el embrujo de tus tierras siempre

pródigas, hermanadas con aquellas

que llenan sus graneros, como tú,

de complacencia y diálogos y puentes.

A ti llegué empapado

de ese amor infinito capaz de crear soles

y de mutar la insolidaridad

en ríos caudalosos de ternura,

de generosidad abierta a golondrinas

que creen en los sones

de guitarras con cuerdas y sin ellas.

Llegué con mis trigales

diminutos, desnudos, a un nido que engendraba

constantemente amor, a un nido todo vida

reluciente, impregnada de sueños y deseos,

de esperanzas y pulsos transparentes,

sinfonía celeste de sonrisas          

que nunca se adentró en las inmensidades

de la noche inmutablemente oscura.

Desde aquel tiempo eres, mi bella Andalucía,

la razón de mi vida y de sus frutos.

 

                                               Carlos Benítez Villodres

                                                      Málaga (España)



Escrito por alpasxxi às 17h46
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 XIII Concurso Literário Internacional

de Poesias, Contos e Crônicas

 

ALPAS 21

 

Autor homenageado: Condorcet Aranha  

 

Tema Livre – Textos inéditos

 

Português, espanhol e italiano

 

Tema Livre – Textos inéditos

 

Participam deste Concurso textos enviados por autores residentes em diversos países.

 

Envie uma cópia do texto(s), uma fotografia, teu currículo e anote a categoria e os títulos dos textos para:

 

gaya.rasia@hotmail.com

Rua Benjamin Constant, 71 – Centro – Cruz Alta – RS – 98025-110

 

Prazo Prorrogado: 10.03.2010

 

Contribuição:

Estudante (  )  R$ 5,00  por poesia

Máster  (  ) R$ 10,00 por texto

Pagamento:

Cheque nominal para Rozelia Scheifler Rasia, ou depósito Cc 35 0242960-0 Ag. 0190 – Banrisul ou Banco Itaú - Ag 0335 Cc 30022

 

 

Remessa do exterior: MoneyGran ou Western Union.

 

Os autores e estudantes que não puderem pagar, ficam isentos.

 

Premiação: Diploma de Destaque Literário para os dez primeiros textos classificados.

 

 

Os resultados serão divulgados no BLOG da ALPAS 21 em 30.03.2010 e em diversos jornais.

 

 

Para divulgação dos textos classificados será editada

a coletânea cooperativada  InVerdades

a ser lançada em outubro de 2010 em Joinville – SC.

 

As Sessões de autógrafos serão na Feira do Livro de Porto Alegre – RS e em outras cidades através dos autores.

 

Instruções:

I – Sugerimos aos autores que registrem seus textos na Biblioteca Nacional.

II -  Formatação do texto em A4; fonte 12, arial ou times.

III - Solicitamos criteriosa correção gramatical: ortografia, concordância e sintaxe.

IV - Os textos participantes do BLOG são expressamente excluídos dos Concursos.

V – Estudantes – Somente poesia: Indique a série, o grau, a escola ou universidade (nome e endereço).

VI – Não há necessidade de pseudônimo, os textos receberão números.

 

OBS- I Vamos imprimir uma cópia para o Memorial da Cultura ALPAS XXI com os dados do autor e três cópias para os jurados sem identificação.

 

II - O Currículo e a foto irão para o Memorial da Cultura ALPAS XXI e Galeria de autores, posteriormente serão usados para a divulgação dos vencedores.

 

Fotos dos Eventos Literários – ALPAS XXI http://alpasxxi.nafoto.net

 

Resultados dos Concursos Literário http://alpasxxi.literatura.zip.net



Escrito por alpasxxi às 10h45
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